Carreta descontrolada. Dois mortos.

Bebida, imperícia, falta de equilíbrio ou todas as alternativas?
Em mais este terrível incidente, cujo cenário foi as ruas da capital paulista, a população local está desconsolada.
O clima de inconformismo é geral. Amigos dos envolvidos no crime não encontram justificativas.
carreta

“Ela era tranqüila, trabalhadora, fazia pouco barulho, quase não buzinava, freios em dia.” Lembra Lucia Mercedez, vizinha da Carreta. “Mas ultimamente ela andava um pouco nervosa, chegou a ralar algumas vezes no meu muro ao chegar em casa.”

Motivo: o romance às escondidas com um Marco Pólo, um Volks, casado e com dois filhos, não estava dando certo.
Segundo a irmã da moça o relacionamento já durava dois meses, mas a situação começou a ficar delicada quando a Lambreta com quem Marco era casado começou a desconfiar do caso. O rapaz tentou romper o relacionamento adúltero, mas Carreta não aceitou.
“Em uma tarde ela ficou bastante descontrolada após receber um telefonema. Disse que o motivo era gasolina adulterada. Seu radiador estava aquecendo e ela foi para casa.” Lembra Kombi Ueruma, companheira de trabalho da Carreta.

Neste dia a moça não foi para casa. Carreta esperou Marco sair do trabalho, e na esquina da Pacaembu com a Veiga Filho, o atingiu violentamente. Na colisão frontal o rapaz morreu na hora. A Carreta, que só foi parar no muro de uma construção próxima, chegou a ser socorrida por algumas motos que passavam no local, mas morreu a caminho da Oficina 24h.

Pólo será velado na revendedora Autorizada Volks da Sumaré. A Carreta irá para o Desmanche e Peças usadas Santo Antônio, na Ricardo Jafet.
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