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Mas como eu posso ser feliz?

Incríveis são os mistérios que anuveiam a temática da mente humana. E incrível é o quanto não conhecemos picas nem figas sobre essa massaroca esponjosa que pesa no fim de nossa espinha, e nos dói quando a desidratamos com cachaça ou nos apaga quando entra em curto ao se chocar contra a parede de nossa caixa craniana.




Por Barba
Incrível também é quanto nossas ligações neurológicas produzem sensações diversas ao depararmos com situações que fogem de nossa gama comum de comportamentos e linhas de raciocínio que conhecemos.

O bizarro e a surpresa, o mistério incógnito, dá um nó em nossas tripas neurais de tal forma que sentimos até um certo prazer ao nos deparar com a bizarrice do alheio, da birutice dos outros, dos coxos dos miolos.

Pode ser por que numa situação dessas tiramos um tempinho para pensarmos em nosso nível de normalidade. “Ufa, não é comigo”. Ou mesmo, os mais empáticos, por achar graça de como nossa sanidade e interpretação da realidade estão à mercê de ligações e estímulos químicos e elétricos, além de uma porrada de outras coisas que não me arrisco a descrever simplesmente por que não compreendo também.

As manifestações:

  1. Grecco disse:

    Caraca, que paulada!

  2. Tet disse:

    Quanta bobagem. É sabido que quando se trata de levar pancadas na cabeça, a mente tende à desconstrução semântica. Na verdade, está tudo na fé. Basta acreditar, e o que eu disse faz sentido… Enfim, só pra constar e pra aparecer (eu tenho um problema de segurança ontológica mal-resolvido), muito bom! Se a intenção é parecer inteligente e engraçado, é, bom, o que vale é a intenção… hasta la vista!

  3. fabiana vajman disse:

    Um cara que usa uma calça dessas tinha que levar três pauladas por dia.

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