Mas como eu posso ser feliz?
Incríveis são os mistérios que anuveiam a temática da mente humana. E incrível é o quanto não conhecemos picas nem figas sobre essa massaroca esponjosa que pesa no fim de nossa espinha, e nos dói quando a desidratamos com cachaça ou nos apaga quando entra em curto ao se chocar contra a parede de nossa caixa craniana.
Por Barba
O bizarro e a surpresa, o mistério incógnito, dá um nó em nossas tripas neurais de tal forma que sentimos até um certo prazer ao nos deparar com a bizarrice do alheio, da birutice dos outros, dos coxos dos miolos.
Pode ser por que numa situação dessas tiramos um tempinho para pensarmos em nosso nível de normalidade. “Ufa, não é comigo”. Ou mesmo, os mais empáticos, por achar graça de como nossa sanidade e interpretação da realidade estão à mercê de ligações e estímulos químicos e elétricos, além de uma porrada de outras coisas que não me arrisco a descrever simplesmente por que não compreendo também.
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