Kinder Ovo: Um presente de grego?

Mais uma polêmica envolvendo descendentes de soldados gregos da guerra de tróia (entre 1300 a.C. e 1200 a.C) e a marca americana Kinder Ovo foi notícia nos telejornais jurídicos esta semana.

Em uma ação movida, os gregos acusam a renomada confeitaria de se apropriar, para a confecção de seu “ovinho”, do conceito de um dos mais elaborados artefatos daquela guerra: O cavalo de Tróia.

“Utilizar um atrativo com um conteúdo surpresa em qualquer contexto que não o bélico, é dar um tapa com luva de pele de bode na cara da história Grega.” Diz Karpathos, um dos 11 milhões de descendentes dos soldados que movem a ação contra a Kinder.

“Aquela guerra e os soldados que nela morreram não merecem essa homenagem, sua estratégia não era brinquedo (de criança). Seria como se pegássemos o episódio da queda das torres gêmeas e nomeássemos um utensílio erótico com ele, ou se virasse um jogo de cartas envolvendo bebidas. Ai sim queria ver.” Complementa outro grego injuriado.

Mexicanos X Troianos

Outro impasse ainda envolvendo o artefato do Cavalo de Tróia atinge o campo diplomático de México e Tróia.

O governo da república de Tróia há mais de 400 anos pede retratação pública do governo mexicano por aquilo que considera uma humilhação de âmbito mundial.

Segundo representantes do órgão regulamentador da Cultura e do Orgulho Troiano, o objeto da cultura infantil mexicana conhecido por “Piñata” ridiculariza o povo antigo de Tróia, sendo um “dedo na ferida” do erro estratégico de se abrir os portões para o fatídico cavalo recheado de gregos.

“Já presenciei este ritual bárbaro algumas vezes, e seu objetivo é totalmente provocativo. As crianças chicaninhas ainda gritam ‘Aqui no hay troianos’ e ‘No abrimos portones a caballos’, enquanto partem o cavalo cheio de doces, nos ironizando assim.” diz um dos porta-vozes do governo de Tróia.

O México já foi procurado pela ONU e tem até o fim de 2015 para acabar com a prática de Piñata em todo seu território e em eventuais colônias que possa vir a adquirir até a data.
Por Jullius Trojano.