No meu último post coloquei um vídeo em que dois caras cantam o sucesso "The Humans are Dead", uma música sobre o futuro da planeta após o extermínio dos humanos pelos robôs.
Suas apresentações são shows de música que, com dois singelos violões acompanhados por duas caras de psicopatas e um ótimo timing, tranformam-se em um excelente espetáculo de humor.
Quando eles começaram a fazer sucesso e ganhar repercussão internacional, a BBC lhes deu um programa de rádio (em 2004) e, em 2007, eles ganharam uma extensa série de televisão que foi ao ar pela HBO. A série ganhou bastante destaque e já tem uma nova temporada anunciada para o começo de 2009.
Como o clima natalino já impera e eu estou pagando alguns pecados para sair da zica do inferno astral, escolhi 4 músicas deles para legendar - e facilitar a vida daqueles que preferem confiar no tradutor do que queimar os neurônios no inglês neozelandês desses caras.
Saindo do forno Gebístico, Jacaré Iemanjá conta a receita baiana mais repetida dos férteis anos 90 até hoje. Rende um bom Axé com várias porções, mas, é claro, só fica bom se tiver muito Jabá!
Jacaré Iemanjá é parte da nossa peça Não Contém Glúteos, que ainda (simmmm) ainda está em cartaz no Espaço Parlapatões, arrastando multidões que nem show da Pivete Sangalo, a cantora da Cracolândia ("O canto dessa cidade sou eeeeuu! O canto dessa cidade é meeeuu"). Tanto que agora o esquema é sexta (0h), sábado (21h) e domingo (20h), até 14 de Dezembro. E nesse especial de fim de ano, reincidente não paga! Isso, se você já viu essa mandioca a segunda é grátis, basta levar algum pelego pagante.
Lembrando que pra comprar ingresso é rápido. Ou mande um email com nomes pra gente reservar pra toda sua patota: grandesbosta@gmail.com
Aproveitando a deixa do famigerado Arnaldo Branco, o quadrinista-escritor-humorista maldito-e-viadinho-de-plantão (vide a paixão com que conduz os barracos nos comentários de seu blog), vamos começar a colocar aqui, aos poucos, a maravilhosa empreitada jornalística e político-escatológica que impulsionou a Casseta Popular e o Planeta Diário ao horário nobre brasileiro.
Vale lembrar, em nota aos prováveis advogados, que esse upload não é de nosssa autoria, embora achemos que - se encontrados - os responsáveis pelo compartilhamento sejam meritórios de uma felação bem executada.
"Conhecemos um homem pelo seu riso; se na primeira vez que o encontramos ele ri de maneira agradável, o íntimo é excelente". - Fiodor Dostoievski
A literatura especializada sobre humor, riso, escárnio, chiste, e todo esse límitrofe campo do conhecimento humano é bastante vasta: há uma bela caralhada de teorias sobre o riso que se prestam a cagar regras sobre os procederes do nosso humilde lobo frontal que flamba. Nelas, o riso é dissecado, categorizado e analisado sob suas infinitas facetas.
Existem, dentro dessa patota, aqueles que se puseram a analisar o fenômeno por outro viés: o campo evolutivo, biológico e neurológico. Há, atualmente, alguns jornais de medicina dedicados exclusivamente a analisar os benefícios de se rir à saúde. Enfim, até aí, nada de novo.
O que surpreende é que tem um povo MALUCO por aí que decidiu levar o bordão do 'rir é o melhor remédio' a níveis improcedentes. Um deles é o Laughter Yoga, que propõe a mistura das técnicas de yoga com o riso. Nosso estimado vovô Jonh Cleese tirou um tempo e foi pra Índia conferir como aquilo era possível. Outra vertente comercial, mais americanizada, chama-se LaughAway e é uma espécie de exercício cuja premissa é 'rir prara longe' seus problemas cotidianos. Simplesmente impagável.
Esse movimento criou, ao redor do mundo, os chamados Laughter Clubs, os clubes do riso - uma espécie de clube de comédia, mas sem a parte da comédia. Lá, a proposta é que o riso não tenha motivo algum, e simplesmente ocorra de forma livre e desregrada. As reuniões desse clubes oscilam entre o fofo e o esquizofrênico, e já há até linhas de telefone onde você pode ligar só pra rir.
Bom, é fato: rir diminui a produção de cortisona, aumenta a de endorfinas, dilata os vasos sanguínios, estimula o sistema imunológico e aumenta o tamanho do pênis. Eu, por medo do rumo incerto desse mundo caótico, prefiro meios mais ortodoxos que me façam dar risadas.
Olhem só que boa nova; O Monty Python lançou um canal no Youtube!
Os caras que marcaram os anos setenta abraçam a modernidade com uma (ótima) atitude sexagenária: "Por três anos vocês, YouTubers, nos usurparam, publicando dezenas de milhares dos nossos vídeos no Youtube. Agora o jogo virou. É chegada a hora de tomarmos tudo de volta". E ainda ameaçam: "Nós sabemos quem vocês são e onde moram, e poderíamos fazê-los pagar das piores maneiras possíveis!"
Mas não. Eles lançaram o canal, que ficou liiindo por sinal, prometendo: "Chega desses merdas de vídeos sem qualidade que vocês têem postado. Vos entregamos a coisa como ela é - Vídeos em Alta Qualidade vindos direto do nosso baú".
Legal é ver que, de fato, em todas as descrições dos vídeos, tem o link pra "prateleira" deles na Amazon. Os caras são tão bons que dá até vontade de comprar, colecionar, colocar na estante e tirar o pó todo semestre... Mas eu já baixei tudo em torrent, então foda-se.
Fiquei bastante surpreso ao conhecer a história do Steve Martin, o Pai da Noiva. E acho que todos que assistiram Sessões da Tarde nos anos 90 ficarão também.
Ouvindo o audiobook de sua autobiografia, e futricando no youtube, conheci um dos comediantes mais versáteis que já tive notícia. Ele conta, por exemplo, que antes de se convencer de que era um comediante, queria ser mágico.
Nos últimos anos o Steve Martin se atreveu a atualizar o Peter Selles, escrevendo e atuando nos novos filmes da franquia Pink Panther (A Pantera cor-de-rosa). O primeiro, de 2006, apesar da Beyoncé e por conta dele, tem alguns bons momentos.
Obs.: Pra quem se interessou bastante, peguei o audiobook no Demonoid (torrent).
Obs.2: Pra quem se interessou, mas nem tanto, tem um documentário da vida dele splitado no youtube.
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